Para um veículo ser caracterizado como Rat, ele precisa apenas estar enferrujado, podre, caindo aos pedaços… mas andando, correto? ERRADO! Ele precisa do mesmo carinho e atenção que aquele “plastimóvel” que temos na garagem. Em troca, oferece olhares admirados (ou de reprovação), atrelamento de alguns laços familiares, lembranças antigas e vínculos de amizades que dificilmente serão desfeitos, afinal, ninguém está ali porque seu carro brilha mais que os outros. Assim é um Rat: puro, sincero e de grande coração.